quarta-feira, 7 de maio de 2014

BREVE HISTÓRICO


A história de São João del - Rei, teve inicio no fim do séc. XVII e inicio do séc. XVIII. Na época, o bandeirante Tomé Portes del Rei,  com permissão real, deu inicio à atividade de travessia do Rio das Mortes. Rio este, que influenciou o primeiro nome da cidade, denominada como: Arraial Novo Rio das Mortes. Em 1713, para presentear Dom João V, Rei de Portugal, Dom Brás Baltazar da Silveira, elevou o arraial à categoria de Vila com título de São João del - Rei.

O ouro era farto e a vila prosperou, tornando-se uma das principais da Capitania das Minas. Começaram a surgir as primeiras construções que compõem a característica marcante da cidade, o estilo de construção barroco mineiro.  As mais importantes são: Catedral-Basílica do Pilar(1721), Rosário (1720), Carmo (1733), Mercês e Bonfim (1769), São Francisco de Assis (1774), Senhor dos Montes, Santo Antônio e Nossa Senhora da Piedade do Bom Despacho (antiga capela da Cadeia). Algumas delas chamam a atenção pelos seus altares dourados, com detalhes da arquitetura da época e ornamentados com ouro.

Com a decadência do ouro, São João del – Rei teve sua economia refeita com a atividade agrícola, tornando-se o celeiro de Minas. Em 1838, foi elevada à categoria de cidade. Quase ao final do século, o grande acontecimento foi a visita de D. Pedro II à cidade, quando inaugurou, em 1872, uma estação da Estrada de Ferro Oeste de Minas.

São João del – Rei  orgulha-se de seu passado a cidade teve filhos de grande destaque na história de Minas: Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, D. Bárbara Heliodora Guilhermina da Silveira e Dr. Tancredo de Almeida Neves.

Hoje, São João del Rei orgulha-se da sua tradição musical, econômica, cultural e artística. A cidade faz do seu passado um cenário perfeito para ser contemplado e o mistura de forma esplendorosa com o presente. A cidade mantém viva a sua história, conservando seu encanto das ruas antigas, das centenárias igrejas e casas coloniais. Ao mesmo tempo, se renova, se movimenta, através das festas populares,  eterniza o que começou há séculos

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